PORTFÓLIO / FILMES

Este é o meu olhar — condensado em movimento.

Histórias reais. Olhares que atravessam o tempo.

Cada filme nasce de uma inquietação — algo que insiste em ser visto, sentido e compartilhado.
Entre o real e o imaginado, busco revelar o que o tempo tenta esconder: as memórias, as escolhas, os gestos silenciosos que definem quem somos.

Alguns desses filmes já encontraram seu destino. Outros ainda estão sendo escritos pelas pessoas e lugares que atravessam meu caminho.
Mas todos têm algo em comum: a vontade de transformar o olhar em presença.

Porque filmar, pra mim, é guardar o instante antes que ele desapareça.


CURTAS FINALIZADOS

O Tempo dos Objetos

Um ensaio poético sobre a memória.
Cada objeto carrega a presença de quem já fomos — e o silêncio do que ficou por dizer.
Entre o olhar e o esquecimento, este curta revela que até as coisas têm alma.


O Futuro Que Podemos Escolher (curta feito com IA)

Dois futuros. Um devastado. Outro possível.
Uma reflexão visual sobre as escolhas que fazemos todos os dias — e o mundo que construímos a partir delas.
Realidade e imaginação se confundem para lembrar que o futuro ainda pode ser filmado.
Indicado ao Lift-Off Global Network (Pinewood Studios, UK)


Cinema sempre foi a minha linguagem. A tecnologia, o meu pincel.
Em 2026, escolhi a IA como câmera conceitual para investigar o que nos torna humanos diante das máquinas que agora também criam, lembram e projetam futuros
.

Meus filmes não celebram ferramentas — celebram encontros.
E este curta nasce da pergunta que me guia: que futuros estamos deixando de escolher quando não questionamos o presente?

A IA aqui não é artifício. É método. É linguagem. É risco calculado.
Um meio para tensionar memória, destino e responsabilidade com uma estética que pareça real o suficiente para ser sentida, e estranha o suficiente para ser repensada.

Se o filme funciona, não é porque é IA.
É porque tem verdade, ritmo e pr
opósito.

Meu objetivo é simples e ambicioso:
fazer a audiência sentir que o futuro não acontece com a gente olhando —
acontece *com a gente escolhendo
”. – Marcello Barbusci



EM PRODUÇÃO

Cada novo filme nasce de um tempo de escuta, de estrada e de espera.
Antes de existir na tela, ele existe em cadernos, memórias e encontros.
Aqui estão as obras em gestação — entre anotações, roteiros e neblinas — que pouco a pouco vão ganhando voz, imagem e alma.


Alzheimer: O Tempo Que Resta

Quando a memória se apaga, o amor aprende outra forma de permanecer.
Um documentário sobre o cuidado, o tempo e as lembranças que resistem mesmo quando os nomes já não são lembrados.
Mais do que uma história sobre o Alzheimer, é um filme sobre o que ainda nos liga.


Paranapiacaba

A vila onde o tempo parece em suspensão — e cada neblina conta uma história.
Um mergulho visual e emocional sobre o passado que resiste, os ecos do trabalho, e a beleza que mora nas ruínas.
Documentário em construção, filmado entre a névoa e a memória.